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quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Arvore que chora
A árvore que chora não passa de um mito. É apenas um processo reprodutivo de algumas espécies como por exemplo as cigarras. Ao eclodirem os ovos, as larvas começas um processo de desenvolvimento se alimentando da seiva da planta, mais comum em árvores de jacarandá. criam um casulo esponjoso e viscoso que protegem elas dos predadores e por meio desse expelem seus excrementos que saem em forma líquida e pingam como se fossem lágrimas. Não há nada de sobrenatural nisso. vejam as fotos abaixo.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Nome popular: Cobra Verde
Ordem: Squamata
Família: Colubridae
Nome científico: Philodryas olfersii
Nome inglês: Green snake
Distribuição: América do Sul
Habitat: Cerrado e Floresta
Hábito: Diurno
Particularidades: Muitas pessoas acham que esta espécie é inofensiva.
Cuidado ! Esta espécie possui o veneno 4 vezes mais tóxico que o
da Jararaca. Mas, por possuir dentição opistóglifa (o dente de veneno
fica situado no fundo da boca) não é considerada venenosa. Passa
a maior parte do tempo nas árvores e arbustos, mas pode ser
encontrada no chão. Não é uma cobra agressiva, fugindo rapidamente
pela vegetação quando perturbada, mas pode morder se for acuada.
Hábitos alimentares: Alimenta-se de aves, pequenos lagartos, e
pequenos anfíbios.
Cuidado ! Esta espécie possui o veneno 4 vezes mais tóxico que o
da Jararaca. Mas, por possuir dentição opistóglifa (o dente de veneno
fica situado no fundo da boca) não é considerada venenosa. Passa
a maior parte do tempo nas árvores e arbustos, mas pode ser
encontrada no chão. Não é uma cobra agressiva, fugindo rapidamente
pela vegetação quando perturbada, mas pode morder se for acuada.
Hábitos alimentares: Alimenta-se de aves, pequenos lagartos, e
pequenos anfíbios.
Reprodução: Ovípara, coloca entre 15 e 18 ovos com o nascimento
previsto para início da estação chuvosa.
previsto para início da estação chuvosa.
Obs: Esta espécie deve ser considerada perigosa.
Fonte da pesquisa
Local da captura da bobra: Minha residência
Sempre que as capturo, solto longe da habitação.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Não mate os sapos

Muita gente carece de informação acerca do reino animal. Principalmente no meio rural onde eles estão mais vulneráveis à ação do homem. Quero falar do sapo cururu. Não só ele mas, muitos outros tipos de sapos são vítimas de abuso do homem. Por exemplo: colocar sal nas costas do sapo para matá-lo (ocorre uma morte lenta e dolorosa porque o sal em contato com a pele do sapo começa a reagir e queimá-lo). Isso é covardia. Também fazem isso com a lesma. Um amigo meu disse em bom tom: "lá em casa, eu coloco logo um copo de formol". Isso me causa muita indignação. Os sapos não oferecem risco ao homem. A informação sobre o sapo cururu é a seguinte: Sapo cururu ou Bufo marinus, conhecido como sapo-cururu, sapo-boi ou cururu, é um sapo nativo das Américas Central e do Sul. Pertence ao gênero Bufo, que inclui centenas de espécies de sapos diferentes, distribuídas por várias regiões do mundo. Lembrando que existem sapos, rãs, e pererecas. Algumas dessas espécies possuem mecanismos de defesa que é secreções com efeitos alucinógenos. Não conhecendo e não distinguindo esses animais, deve-se ter muito cuidado.
Observação: Proteja os sapos e estará colaborando com o equilíbrio do meio ambiente. Sapos servem de alimentos para as cobras e serpentes. Eles comem insetos e fazem controle natural da população dos mesmos. É comum encontrar sapos à noite debaixo de postes de iluminação pública se alimentando de besouros e outros insetos. Eles sempre saem à noite e voltam para seu abrigo após se empanturrarem.
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